Chega aquela época gloriosa do ano. O calendário avisa que o seu gestor vai tirar 20 dias ininterruptos de descanso. A equipe troca olhares discretos e suspira aliviada, imaginando algumas semanas de paz, processos fluindo sem microgestão e aquele clima leve de "férias por tabela". Mas a alegria dura pouco. Na fatídica reunião de alinhamento de sexta-feira, o gestor solta a bomba sobre quem vai ficar responsável pelo departamento. E é aí que o caos começa.